domingo, março 15, 2020
Não era amor.
Não que fosse cilada para refletirmos com a música do molejo. Mas não era amor.
Eu demorei pra admitir que tudo o que acontecera naqueles últimos anos não passava de um processo que fora desencadeado por causa de carência. Nunca havíamos tido um relacionamento saudável e eu me culpei por muito tempo por isso.
Eu deveria não ter ignorado os sinais iniciais que refletiam tudo que poderia vir a seguir. Eu não deveria ter aceitado nenhum pedido. Eu não deveria ter nos metido naquela confusão. A carta estava na minha mão, não estava?
Não, não estava. E não que eventualmente estivessem nas suas. Eu me culpei por muito tempo, te culpei por muito tempo, mas hoje eu entendo que simplesmente não era pra ser.
Fomos duas pessoas teimosas que por gostar da companhia um do outro tentamos fazer um negócio que desde o princípio estava visto que não daria certo, funcionar. Claro que não funcionou. Nenhum relacionamento funciona quando você tenta se adequar 100% à outra pessoa.
Mudamos nossas personalidades, deixamos de ser quem realmente éramos e aquelas pequenas manias que irritavam profundamente um ao outro tomaram proporções inesperadas.
Eu admito, fiquei com rancor por muito tempo (exatos 9 meses) todavia, hoje eu percebi que apesar de ter sido - pra mim- um tempo relativamente perdido, me fez crescer, me fez ver o que eu realmente quero pra mim e o principal: o que eu não quero.
Eu senti raiva por muito tempo pois como mencionei, me culpava. Mas a culpa não foi minha. Não sei se foi sua porém eu prefiro não colocar a culpa em alguém. Eu prefiro dizer que a teimosia imperou e que ninguém escutou a própria intuição.
Hoje eu posso dizer com toda certeza do universo que a melhor coisa que nos aconteceu foi ter terminado, acabado e cortado contato. Foi a melhor coisa pra mim. Eu pude me organizar, pude ver quem eu sou, pude conhecer uma pessoa que se encaixa comigo e espero que caso você ainda não tenha conhecido, que conheça.
Eu to mais leve. Mais feliz. Mais completa.
Porque eu vi, que não era amor...não sei o que era...mas não era amor. E não tem nada errado nisso...essas coisas às vezes só acontecem.
Eu demorei pra admitir que tudo o que acontecera naqueles últimos anos não passava de um processo que fora desencadeado por causa de carência. Nunca havíamos tido um relacionamento saudável e eu me culpei por muito tempo por isso.
Eu deveria não ter ignorado os sinais iniciais que refletiam tudo que poderia vir a seguir. Eu não deveria ter aceitado nenhum pedido. Eu não deveria ter nos metido naquela confusão. A carta estava na minha mão, não estava?
Não, não estava. E não que eventualmente estivessem nas suas. Eu me culpei por muito tempo, te culpei por muito tempo, mas hoje eu entendo que simplesmente não era pra ser.
Fomos duas pessoas teimosas que por gostar da companhia um do outro tentamos fazer um negócio que desde o princípio estava visto que não daria certo, funcionar. Claro que não funcionou. Nenhum relacionamento funciona quando você tenta se adequar 100% à outra pessoa.
Mudamos nossas personalidades, deixamos de ser quem realmente éramos e aquelas pequenas manias que irritavam profundamente um ao outro tomaram proporções inesperadas.
Eu admito, fiquei com rancor por muito tempo (exatos 9 meses) todavia, hoje eu percebi que apesar de ter sido - pra mim- um tempo relativamente perdido, me fez crescer, me fez ver o que eu realmente quero pra mim e o principal: o que eu não quero.
Eu senti raiva por muito tempo pois como mencionei, me culpava. Mas a culpa não foi minha. Não sei se foi sua porém eu prefiro não colocar a culpa em alguém. Eu prefiro dizer que a teimosia imperou e que ninguém escutou a própria intuição.
Hoje eu posso dizer com toda certeza do universo que a melhor coisa que nos aconteceu foi ter terminado, acabado e cortado contato. Foi a melhor coisa pra mim. Eu pude me organizar, pude ver quem eu sou, pude conhecer uma pessoa que se encaixa comigo e espero que caso você ainda não tenha conhecido, que conheça.
Eu to mais leve. Mais feliz. Mais completa.
Porque eu vi, que não era amor...não sei o que era...mas não era amor. E não tem nada errado nisso...essas coisas às vezes só acontecem.
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